Cabral e Lirinha no “Discurso do Capibaribe” com 82 flashs da Fliporto 2009
Enviado em 23 de Novembro de 2009
Publicado por Cláudia Cordeiro
Enviado em 23 de Novembro de 2009
Publicado por Cláudia Cordeiro
Enviado em 13 de Novembro de 2009
Publicado por Cláudia Cordeiro
“É mais um presente que recebo da vida poder nesta tarde estar realizando esta vídeoconferência.” José Paes de Lira
Fliporto Digital, Porto de Galinhas, Ipojuca, Brasil, 6 de novembro de 2009.
Especial para Università del Salento - Facoltà di Lingue e Letterature Straniere, UniSalento, de Lecce, Itália, Professora Katia de Abreu Chulata e seus alunos e alunas. No Brasil: José Paes de LIra, Lirinha, Cláudia Cordeiro e Antônio Miranda.
Talk show transmitido ao vivo em substituição à vídeoconferência impossibilitada de se realizar por motivos técnicos na captação de sinais da Internet. Acredita-se que a pesada tempestade que tomou a cidade de Lecce no horário da transmissão/recepção tenha sido uma das causas do problema. Ainda não temos um diagnóstico preciso. Via Sype, a professora Katia de Abreu Chulata exibiu-nos a sala cheia de alunos e a presença de representante da direção da Unisalento.
Lirinha refere-se, neste vídeo, várias vezes, à presença transatlântica de nossos espectadores.
Unisalento, Katia de Abreu Chulata e seus alunos esta edição do talk show, com o abraço de Cláudia Cordeiro
Enviado em 13 de Novembro de 2009
Publicado por Cláudia Cordeiro
Cabral sobre a música em um recorte de jornal feito por Alberto da Cunha Melo

Declarações como essa se encontram em todo o trajeto de Cabral. Colecionador inveterado de tudo sobre o poeta, Alberto não cansava de lembrar a frase do mestre: “O desespero não suporta música”. Mas lembrava também que, do outro lado, havia o diplomada, o homem gentil, treinado para sê-lo, jamais seria grosseiro ao ponto de afirmar que não havia gostado da música de Chico Buarque no auto de natal “Morte e Vida Severina”, por exemplo. Assim como manteve uma ótima relação pessoal com Vinícius de Moraes.
Cabral não detestava a musicalidade nos seus poemas, inclusive porque neles há, embora “À palo seco”, a voz da palavra, a voz do poema. Era, nesse sentido, um antibandeiriano. Não suportava a música sequer para minimizar o tormento da cegueira nos seus últimos anos de vida - o recorte acima é de 1998, um ano antes de sua morte. Foi taxativo: “Nunca gostei de música. Melodia mela”.
Enviado em 13 de Novembro de 2009
Publicado por Cláudia Cordeiro
Enviado em 13 de Novembro de 2009
Publicado por Cláudia Cordeiro