“Canção da Noite”, Valdene Duarte
Enviado em 7 de Junho de 2009
Publicado por Cláudia Cordeiro | Enviar por e-mail
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A noite cai silente e queda
As folhas secas no caminho,
Cantam, girando em torvelinhos,
Nas alamedas…canções de seda.
`A beira mar sou triste sombra
Falo à nudez da noite calma
E busca paz, a minha alma
No rude rugir da onda fria!
No fim do dia, invade a Natureza,
Uma sombia névoa que, à distância,
É um crepúsculo errante de tristeza
Mesclado a um róseo vago de infância!
É na canção da noite que escuto,
Este som triste que intimida
sombras e silêncios são tristes escudos
da antiga dor que em mim se abriga.
Valdene Duarte
Valdene:
Fiquei feliz em encontrar seu poema no Plataforma para a Poesia. Já estava passando do tempo de você divulgar seus belos trabalhos poéticos, guardados nas gavetas há tantos carnavais! Gostei do Canção da Noite.
Um grande abraço e sucesso
Telma