“Pensa, Whitman”, poema de Nilson Galvão
Enviado em 21 de Maio de 2009
Publicado por Martha Galrão | Enviar por e-mail
| Hits para esta publicação: 324
Pensa, Whitman
Pensa, Whitman, a poesia triunfou.
O homem só pode viver do que sonha,
e de sonhos é composta toda a trama
que há em volta. Toda maravilha
do mundo.
Calcula, Whitman. Toda a extensão do teu amor
não abarca a extensão do que veio e virá
para além dos teus versos. Mas
o amor, Whitman, foi inventado pela poesia,
e a ela deve tudo. A poesia
triunfou.
Nilson Galvão
Feliz e grato com a publicação. Agradeço em especial a Martha, poeta de grande talento e muita generosidade também. Parabéns a vocês pela iniciativa. Quero dizer que vou, sim, atender ao convite e submeter novos textos mais para a frente. Abraço a todos, e boa sorte!!!
[…] O título acima remete a uma música de Chico Science que é uma das minhas preferidas. Já o vídeo é uma grata surpresa feita por Martha Galrão que me fez sentir essa coisa da criança de domingo - “um dia lindo, chova ou faça sol”. Besta com o vídeo porque: 1) O gesto de Martha, generosíssimo, em si já me deixa feliz; 2) Pode parecer que tô tirando onda, mas nunca tinha ouvido um texto meu declamado; 3) No youtube muito menos, então é dose dupla; 4) Também não é pouca coisa passar a fazer parte da Plataforma para a poesia, página gestada por um grupo de Pernambuco. […]
[…] Em nome de todos que aqui já estão e de todos que ainda virão, esta SAUDAÇÃO DO PLATAFORMA PARA A POESIA ao primeiro poema publicado neste blog pela poeta e colaboradora Martha Galrão: “Pensa, Whitman”, de Nilson Galvão. SEJAM TODOS BEM-VINDOS! […]
[…] Em nome de todos que aqui já estão e de todos que ainda virão, esta SAUDAÇÃO DO PLATAFORMA PARA A POESIA e do INSTITUTO MAXIMIANO CAMPOS ao primeiro poema publicado neste blog pela poeta e colaboradora Martha Galrão: “Pensa, Whitman”, de Nilson Galvão. SEJAM TODOS BEM-VINDOS! […]
(PARABÉNS PELO ESPAÇO PARA AS PALAVRAS.
P O N T O D E C U L T U R A
Toninho Rodrigues - Osasco - SP
Luz.
Ponto de encontro
Entre o claro e o escuro.
Ponto de Cultura.
Ação.
Minimização que ilumina.
Maximização que setembrina.
É ela o elo
Entre a lua e o olhar.
Um claro no Escurobelo,
Clarabela que descortina
A Escuridão. A Exclusão.
Luz.Ação
Imensa teia da Inclusão
Que desvirgina.
Há meninos. Há meninas
Na escalada da escada
(outrora trilha)
rumo à escola que cala
Hoje e Amanhã
Isso é que não Cola.
Luz.
Bandeira que, castroalveando,
“Impudente na gávea tripudia”.
Ação.
Para os Alves, para as noites,
Para os Dias, para os Cruzes,
Para as manhãs, para as tardes,
Para os Azevedos, para os Machados,
Para as Cecílias, para as Adélias,
Para as margaridas, para as camélias,
Para os Moraes, para os Andrades,
Para os Melos Netos, Djavãs e Gils.
Luz para todos.
Todos para a luz.
Ação!
L E T A L
Toninho Rodrigues - Osasco - SP
De óculos vejo uma vela
Por sobre… uma outra
O fogacho diminui
O fagacho cresce
No balanço tênue do meu cochilar
O relógio: cá… lá… cá… lá…
Derretem lenitentes
Olheiros a zelar!
Se me velam
Como vê-las?
Prefiro-as vivas
Mortas não são velas:
Pavios e parafinas
Lá e cá… Lá e cá…
Cá, uma… Lá, outra…
Um tic-tum letárgico
Pulsando no tempo:
Registro e afeto!
Passa Alves
Passa Bandeira
Passa Cabral
Passa Drummond
Passa Meirelles
Passa Oswald
Derramam-se
Pronunciam-se
Obscurecei-nos
Entenebrecei-nos
Enquanto acesas
Um lacrimejar vital
Uma busca insidiosa
O prenúncio:
Finar-se
Enfim.
(PARABÉNS PELO ESPAÇO PARA AS PALAVRAS. SE POSSÍVEL
PUBLIQUEM AS MINHAS. GRATO.)
P O N T O D E C U L T U R A
Toninho Rodrigues - Osasco - SP
Luz.
Ponto de encontro
Entre o claro e o escuro.
Ponto de Cultura.
Ação.
Minimização que ilumina.
Maximização que setembrina.
É ela o elo
Entre a lua e o olhar.
Um claro no Escurobelo,
Clarabela que descortina
A Escuridão. A Exclusão.
Luz.Ação
Imensa teia da Inclusão
Que desvirgina.
Há meninos. Há meninas
Na escalada da escada
(outrora trilha)
rumo à escola que cala
Hoje e Amanhã
Isso é que não Cola.
Luz.
Bandeira que, castroalveando,
“Impudente na gávea tripudia”.
Ação.
Para os Alves, para as noites,
Para os Dias, para os Cruzes,
Para as manhãs, para as tardes,
Para os Azevedos, para os Machados,
Para as Cecílias, para as Adélias,
Para as margaridas, para as camélias,
Para os Moraes, para os Andrades,
Para os Melos Netos, Djavãs e Gils.
Luz para todos.
Todos para a luz.
Ação!
L E T A L
Toninho Rodrigues - Osasco - SP
De óculos vejo uma vela
Por sobre… uma outra
O fogacho diminui
O fagacho cresce
No balanço tênue do meu cochilar
O relógio: cá… lá… cá… lá…
Derretem lenitentes
Olheiros a zelar!
Se me velam
Como vê-las?
Prefiro-as vivas
Mortas não são velas:
Pavios e parafinas
Lá e cá… Lá e cá…
Cá, uma… Lá, outra…
Um tic-tum letárgico
Pulsando no tempo:
Registro e afeto!
Passa Alves
Passa Bandeira
Passa Cabral
Passa Drummond
Passa Meirelles
Passa Oswald
Derramam-se
Pronunciam-se
Obscurecei-nos
Entenebrecei-nos
Enquanto acesas
Um lacrimejar vital
Uma busca insidiosa
O prenúncio:
Finar-se
Enfim.