Enviado em 11 de Dezembro de 2009
Publicado por Cláudia Cordeiro
Porto das Letras
Lançamentos
Na Terça-feira | 15 de dezembro de 2009 | 18h | na Gerência Operacional de Literatura e Editoração - (GOLE) Av. Rio Branco, 76 A, Bairro do Recife. Contatos: 32322898 e-mail: gole@recife.pe.gov.br
Será lançada a antologia “Poesia Presente”, onde os quatro poetas selecionados são hóspedes há mais de 9 anos do nosso Plataforma. Conheça um pouco da poesia deles:
Alberto da Cunha Melo | Carlos Pena Filho | Celina Holanda | Geraldino Brasil |
Acesse a edição Plataforma do convite
(release)
Porto das Letras de Dezembro
Lançamentos
A Fundação de Cultura oferece um espaço literário na cidade do Recife: o Porto das Letras, na sede da Gerência Operacional de Literatura e Editoração, localizada na Av. Rio Branco, nº 76 A, no Bairro do Recife.
No dia 15 de dezembro, o Porto das Letras, encerrando suas atividades em 2009, realizará uma programação conjunta com o Conselho Municipal de Política Cultural com o lançamento dos livros dos Prêmios Literários 2007 e da Coleção Poesia Presente.
A Fundação de Cultura Cidade do Recife, através da Gerência Operacional de Literatura e Editoração, lança a coleção Poesia Presente, que reedita poemas de quatro poetas pernambucanos muito queridos e um volume de crônicas inéditas sobre o Recife, sua vida e suas histórias.
Assim a Poesia Presente permite que recebamos a visita dos poetas Alberto da Cunha Melo, Geraldino Brasil, Celina de Holanda e Carlos Pena Filho, cuja força dos versos continua a marcar sucessivas gerações de leitores. Se continua viva a poesia destes poetas, vivas estão também as histórias da nossa cidade: as crônicas de José Mário Rodrigues, Anco Márcio Tenório Vieira, Ana Luisa Lima, Schneider Carpeggiani conectam memória e contemporaneidade com bastante sensibilidade e lirismo.
Porto das Letras
Lançamentos
Terça-feira | 15 de dezembro de 2009 | 18h
Gerência Operacional de Literatura e Editoração - (GOLE) Av. Rio Branco, 76 A, Bairro do Recife. Contatos: 32322898 e-mail: gole@recife.pe.gov.br
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Enviado em 6 de Dezembro de 2009
Publicado por Cláudia Cordeiro
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Enviado em 5 de Dezembro de 2009
Publicado por Cláudia Cordeiro
Esse povo da poesia eu conheço e recomendo. Sucesso para o novo rebento do “Escritoras Suicidas”.
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Enviado em 5 de Dezembro de 2009
Publicado por Cláudia Cordeiro
Mariza Lourenço é poeta Plataforma e na prosa vocês precisam conferir. Reparto com alegria o convite que ele enviou com votos de sucesso para a nova edição dessas iternautas de criação e bom gosto incontestáveis. Aproveitem o lançamento raro e comprem o livro.
caros amigos
é com alegria que convido a todos para o lançamento do livro Dedo de Moça. Uma Antologia das Escritoras Suicidas, a realizar-se no dia 19 de dezembro, de 15h30 às 18h30, na Livraria Martins Fontes, localizada à Av. Paulista, 509, em São Paulo.
o livro, com apresentação do músico, compositor e escritor Guttemberg Guarabyra, texto de orelhas do escritor Nelson de Oliveira, e ilustrações de Eliége Jachini, reúne contos e poemas de 30 autoras brasileiras. bem, nem todas são mulheres. mas com exceção de Dominique Lotte e Romina Conti, pseudônimos, respectivamente, dos escritores Iosif Landau e Rodrigo de Souza Leão, falecidos em 2009, nenhum outro autor nessa antologia revela sua identidade masculina ou o que existe sob as suas vestes femininas. vale tentar adivinhar.
Dedo de Moça, organizado por Silvana Guimarães e Florbela de Itamambuca, comemora um projeto que já dura (e nos diverte!) há 4 anos. em outubro de 2005, quando o site Escritoras Suicidas foi lançado na internet, não sabiamos no que ia dar. hoje, o que se sabe é que brincar com estereótipos — ainda que a intenção não seja necessariamente essa — é a forma mais interessante de se quebrar paradigmas.
espero todo mundo lá, vai ser um privilégio dividir esse momento com vocês.
mariza lourenço
co-editora do site Escritoras Suicidas
co-autora do livro Dedo de Moça - Uma Antologia das Escritoras Suicidas
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Enviado em 4 de Dezembro de 2009
Publicado por Cláudia Cordeiro
O esmero com que Gustavo trata a poesia é realmente confortador em tempos de tantas tendências que não se resolvem.
Cultor da retranca, forma fixa criada por Alberto da Cunha Melo, aproveitou o sistema estrófico e poliu os versos octossilábicos com cesura na 2ª, 5ª e 8ª sílabas, como faziam os simbolistas. E informa: “Ainda possuo outras onde faço a cesura tradicional do octossílabo, na 4ª e 8ª.”
O resultado supreende por uma sonoridade encantatória, onde tradição e criação rimam com beleza. “Ouro fino”, diria Bruno Tolentino. Leia:
GALOPE
Se tudo na vida é tão pouco,
a lira de ouro e safira,
eu sigo na vela e no vento
cantando a sutil poesia;
eu passo e repasso suplícios,
eu vivo e revivo os inícios;
na curva do tempo não dobro,
não trago o tal dobre dos sinos,
não levo ao soberbo malogro
tampouco desprezo o dilema
disforme de um belo poema.
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