Feliz 2012!
jan 4th, 2012 by admin
jan 4th, 2012 by admin
dez 26th, 2011 by admin
Desejo a todos os amigos um maravilhoso renascer. E divulgo esse filme excepcional e completo e raro, como se fosse meu abraço.
dez 19th, 2011 by admin
Vale a pena conhecer um pouco do “Soledad no Recife” pela voz do seu próprio escritor Urarianao Mota, em 15/12/2011 no Opinião Pernambuco da TVU. Mais 2 escritores jornalistas escritores, Vandeck Santiago e Paulo Santos de Oliveira, também na excelente entrevista, falam de seus livros e sua relação com a História recente e remota de Pernambuco. Stella Maris Saldanha conduz brilhantemente o programa.
jul 3rd, 2011 by admin
Recebi o belíssimoLinear G do grande mestre e poeta Gilberto Mendonça Teles com uma dedicatória que me sensibilizou. Ela aponta para o “Poiema” na página 22. Como o livro é todo poesia, pelo avesso recordo a excelente e erudita prosa do POETA em entrevista coletiva virtual que organizei e editei em 2004 com O Mestre Gilberto Mendonça Teles. Dela participaram: Alberto da Cunha Melo, José Nêumanne Pinto, Cláudia Cordeiro, Deonísio da Silva, Francisco Soares, Anderson Braga Horta, Rinaldo de Fernandes, Ermelinda Ferreira, Astier Basílio, Hildeberto Barbosa Filho, Isabel Moliterno e Ricardo Vieira Lima. Transcrevo, a seguir, um trecho que acredito de interesse de todos. A entrevista, na íntegra, você acessa clicando aqui!
Isabel de Andrade Moliterno: Quais seriam as razões de as pessoas não terem o hábito de ler poemas, embora muitas delas demonstrem interesse por eles, pois “acreditam escrevê-los”?
GMT: (…) 1. Ainda existe o hábito da leitura de poemas e, curiosamente, esse “hábito”, se não faz o monge, acaba fazendo o poeta. No passado remoto, medieval, o ensino se fazia por intermédio dos textos poéticos, clássicos latinos principalmente. Lia-se e copiava-se o ditado pelo professor, como o atesta o termo dichtung em alemão: hoje significando “poesia, poemas, versos”, mas proveniente do latim dictacta — ditado do professor ao aluno. Esse “habito” obrigava o aluno desde cedo a ler o poema, a aprender com ele. Quem passou pela experiência, leva-a pela vida a fora. E passa-a a seus filhos. Mas o certo é que as novas técnicas pedagógicas estão hoje, aparentemente, afastando o aluno desse tipo de aprendizagem. Como disse acima, em outra resposta, a TV e a Internet não vão destruir esse hábito, pelo contrário, pode estimulá-lo fornecendo maior disponibilidade para a pesquisa do gosto e do interesse pelo poema. Através da Web a pessoa acaba descobrindo que esse hábito está vivo e é muito mais intenso nos povos do primeiro mundo.
2. A aura da poesia está muito viva na nossa cultura: quem é que não gosta de receber um poema? Eu me sinto feliz quando leio um poema que me foi dedicado e percebo que também faço uma pessoa feliz ao lhe dedicar um poema. Mas isto não se passa só comigo, metido a conhecer poesia, isto se passa com todo mundo, do mais culto ao semi-alfabetizado. É que a poesia traz em si, no seu próprio nome, algo de religioso: uma visão órfica e esotérica atribui a origem da palavra Poesia, não ao grego ποίησις, mas a uma expressão fenícia: de phono = boca + ishi (da deusa Ísis) = sagrado, donde “boca sagrada” ou o sagrado que sai da boca do “oráculo”. [Cf. o latim os, oris.]. Há portanto um sentido utópico, melhor dizendo, eutópico, de bom-lugar, de um espaço diferente para onde viajamos sem sair do lugar. O quadro, o poema, a dança, a sinfonia nos conduzem a outra dimensão da nossa vida comum. Esta a magia da poesia, percebida por intermédio do poema. Mesmo que ele não tenha lá muito valor estético e artístico, ele, o poema, é osigno (e mesmo o símbolo) dessa aura de felicidade a que temos direito… de sonhar. Daí por que tantos e tantos parecem gostar de poemas e, como você disse, “acreditam escrevê-los”.
jun 26th, 2011 by admin
mai 24th, 2011 by admin
Deonísio da Silva, esse inesquecível amigo do Plataforma, publicou recentemente o livro de crônicas A placenta e o caixão. Referencial de bom saber, Deo, como o chamamos carinhosamente, é leitura e prazer certos.
No Facebook: “Meu livro de crônicas, lançado agora pela LeYa, chama-se A placenta e o caixão. São duas embalagens. Numa viemos, noutra iremos.
Eu sou um escritor que não escreve o que houve, nem o que ouve. Escreve o que sente, com muita emoção.” Deonísio da Silva
· Release: Em A placenta e o caixão, livro de crônicas originalmente publicadas em jornais e revistas, Deonísio da Silva reafirma a definição do crítico. Tratando dos mais diversos temas, faz de uma notícia, de certa lembrança, do fato que passa despercebido à maioria ou de um mero hífen o mote para o texto que, apesar de breve, está acima da banalidade do cotidiano. Deonísio critica o conformismo inoculado, como um vírus, nos intelectuais brasileiros, fere de morte os burocratas, mostra-se ótimo leitor da ficção contemporânea brasileira e não teme falar de seus pares ou expor suas preferências.
· Editora: Leya
· Autor: DEONISIO DA SILVA
· Origem: Nacional
· Ano: 2010
· Edição: 1
· Número de páginas: 452
· Acabamento: Brochura
· Formato: Médio
mai 23rd, 2011 by admin
mai 3rd, 2011 by admin
mai 3rd, 2011 by admin
Caso não consiga visualizar o trailer neste blog, acesse o canal do Youtube. Clique aqui!
abr 10th, 2011 by admin
Antônio Campos lançará no próximo 19 de abril, às 19 horas, na Livraria Cultura, em Recife, A reinvenção do livro. Quando também fará a palestra “Livros e Rosas”. Estarei lá. O convite é para todos. Veja a versão ampliada. Clique aqui!
